A MANGA E A
VIDA.
Não lembro quem tuítou,
mas era mais ou menos assim: “O sujeito vai lá e cria um monte de fiapos numa
fruta deliciosa como a manga. E tem gente que acha Ele o máximo”. Achei
curioso. Tanto é que virou post.
Mas e se manga não tivesse fiapos? E se melancia não tivesse caroços? E
se as frutas já viessem maduras?
E se não fosse necessário esperar? E se não houvesse filas? Nem demora? Nem derrota?
E se não existissem tantas coisas aparentemente desnecessárias? E se, simplesmente, a vida fosse fácil?
E se ela, a vida, viesse desembrulhada, fatiada, assada e pronta para ser degustada?
Será que teria graça? E faria sentido?
O que seria dos desafios? E as aventuras? Em quê daríamos valor?
Arriscaríamos para chegar onde? Para ganhar o quê? Hein?
Os fiapos servem para dar mais valor a manga. As filas, para nos ensinar que com calma também chegamos lá. E que quem chega por último, ri por último. E nem sempre ri melhor.
As derrotas e os imprevistos acontecem para nos deixar alertas e cientes de que antes do apito o jogo nunca está ganho. Nem perdido. E, se perdermos, sempre teremos outra oportunidade. E de virada, claro, é muito mais gostoso.
E a vida nunca será fácil. Não se ganha sem entrar em campo. Sem suar a camisa. Não se vive se não houver dedicação, esperança e a certeza de que, por mais difícil que seja, basta vivermos da melhor maneira possível. O resto a gente vai arrancando devagarzinho. Porque vale a pena.
Igual aos fiapos da manga.
E se não fosse necessário esperar? E se não houvesse filas? Nem demora? Nem derrota?
E se não existissem tantas coisas aparentemente desnecessárias? E se, simplesmente, a vida fosse fácil?
E se ela, a vida, viesse desembrulhada, fatiada, assada e pronta para ser degustada?
Será que teria graça? E faria sentido?
O que seria dos desafios? E as aventuras? Em quê daríamos valor?
Arriscaríamos para chegar onde? Para ganhar o quê? Hein?
Os fiapos servem para dar mais valor a manga. As filas, para nos ensinar que com calma também chegamos lá. E que quem chega por último, ri por último. E nem sempre ri melhor.
As derrotas e os imprevistos acontecem para nos deixar alertas e cientes de que antes do apito o jogo nunca está ganho. Nem perdido. E, se perdermos, sempre teremos outra oportunidade. E de virada, claro, é muito mais gostoso.
E a vida nunca será fácil. Não se ganha sem entrar em campo. Sem suar a camisa. Não se vive se não houver dedicação, esperança e a certeza de que, por mais difícil que seja, basta vivermos da melhor maneira possível. O resto a gente vai arrancando devagarzinho. Porque vale a pena.
Igual aos fiapos da manga.